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8

de
maio

MORTE ETERNA NO INFERNO

MORTE ETERNA NO INFERNO

A morte eterna é a execução da sentença legal; e a consumação da morte espiritual. A morte eterna e a morte da alma; isto acontece depois da morte física, após a alma ter saído do corpo. Se a morte legal e terrível e por causa das suas conseqüências; e se a morte espiritual e horrível, e por causa daquilo que acontecerá depois. As duas mortes da qual falamos são as raízes, mas a morte que advirá é a arvore em plena frutificação!

Oh, se eu tivesse palavras para descrever a você neste momento o que é a morte eterna. A alma compareceu diante do seu Criador; o livro foi aberto; a sentença foi declarada: ” apartai-vos malditos”. O universo foi sacudido, e tomou as próprias galáxias obscurecidas com a desaprovação do Criador; a alma se foi as profundezas onde habitara com outras na morte eterna. Oh quão terrível e a sua posição agora. Seu leito é um leito de chamas: as visões que ela tem são horrendas horripilam-na; os sons que ouve são gritos, lamentações choros, e grunhidos; tudo que o seu corpo conhece é a imposição de dores lancinantes! Ele tem o inexprimível infortúnio da miséria não mitigada. A alma olha para baixo com medo e pavor; o remorso toma posse dela. Ela olha para sua direita. e as paredes inflexíveis da ruína a mantém dentro dos limites da tortura. Olha para sua esquerda, e ali o baluarte de fogo ardente impede a escalada de qualquer imaginado escape. Olha para dentro de si e ali procura por consolação, mas um verme torturante já penetrou nela. Ela olha em volta não tem amigos que a ajudem, nem consoladores, e sim atormentadores em abundância. Não conhece a esperança da libertação; já ouviu o eterno ferrolho do destino fechando a porta da terrível prisão, e viu Deus tomar a chave e jogá-la nas profundezas da eternidade para nunca mais ser achada. Sem esperança, desconhece escape, não conjectura libertação; suspira pelo fim, mas a morte é por demais um adversário para ali estar; deseja ardentemente que a não existência a possa tragar, mas esta morte eterna é pior do que o aniquilamento. Anseia pelo extermínio como trabalhador pelo seu dia de descanso; deseja profundamente que possa ser engolida pelo nada, assim como o escravo da galé deseja sua liberdade qual nunca chega. Está eternamente morta. Quando a eternidade tiver dado incontáveis voltas a alma perdida ainda estará morta. “Para todo o sempre” não conhecerá fim; a eternidade não pode ser soletrada a não ser na eternidade. No entanto, a alma vê assento sobre a sua cabeça; és maldita para sempre”. Ela ouve gritos que serio perpétuos; as chamas que são inextinguíveis; conhece dores que não terão alivio; ouve uma sentença que não ruge como um trovão da terra que logo cessa porém, continua sempre e sempre, retinindo os ecos da eternidade - fazendo milhares de anos tremer outra vez com o terrível estrondo do seu pavoroso ruído; “Apartai! Apartai! Apartai malditos”! Isto é na verdade a morte eterna.

Fonte: Charles H. Spurgeon.

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17

de
abril

PRECISAMOS DE HOMENS DE DEUS

Precisamos de Homens de Deus

A. W. Tozer

Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos.

(I Cor 16.13)

A igreja, neste momento, precisa de homens, o tipo certo de homens, homens ousados. Afirma-se que necessitamos de avivamento e de um novo movimento do Espírito; Deus, sabe que precisamos de ambas as coisas. Entretanto, Ele não haverá de avivar ratinhos. Não encherá coelhos com seu Espírito Santo.

A igreja suspira por homens que se consideram sacrificáveis na batalha da alma, homens que não podem ser amedrontados pelas ameaças de morte, porque já morreram para as seduções deste mundo. Tais homens estarão livres das compulsões que controlam os homens mais fracos. Não serão forçados a fazer as coisas pelo constrangimento das circunstâncias; sua única compulsão virá do íntimo e do alto.

Esse tipo de liberdade é necessária, se queremos ter novamente, em nossos púlpitos, pregadores cheios de poder, ao invés de mascotes. Esses homens livres servirão a Deus e à humanidade através de motivações elevadas demais, para serem compreendidas pelo grande número de religiosos que hoje entram e saem do santuário. Esse homens jamais tomarão decisões motivados pelo medo, não seguirão nenhum caminho impulsionados pelo desejo de agradar, não ministrarão por causa de condições financeiras, jamais realizarão qualquer ato religioso por simples costume; nem permitirão a si mesmos serem influenciados pelo amor à publicidade ou pelo desejo por boa reputação.

Muito do que a igreja faz em nossos dias, ela o faz porque tem medo de não fazê-lo. Associações de pastores atiram-se em projetos motivados apenas pelo temor de não se envolverem em tais projetos.

Sempre que o seu reconhecimento motivado pelo medo (do tipo que observa o que os outros dizem e fazem) os conduz a crer no que o mundo espera que eles façam, eles o farão na próxima segunda-feira pela manhã, com toda a espécie de zelo ostentoso e demonstração de piedade. A influência constrangedora da opinião pública é quem chama esses profetas, não a voz de Jeová.

A verdadeira igreja jamais sondou as expectativas públicas, antes de se atirar em suas iniciativas. Seus líderes ouviram da parte de Deus e avançaram totalmente independentes do apoio popular ou da falta deste apoio. Eles sabiam que era vontade de Deus e o fizeram, e o povo os seguiu (às vezes em triunfo, porém mais freqüentemente com insultos e perseguição pública); e a recompensa de tais líderes foi a satisfação de estarem certos em um mundo errado.

Outra característica do verdadeiro homem de Deus tem sido o amor. O homem livre, que aprendeu a ouvir a voz de Deus e ousou obedecê-la, sentiu o mesmo fardo moral que partiu os corações dos profetas do Antigo Testamento, esmagou a alma de nosso Senhor Jesus Cristo e arrancou abundantes lágrimas dos apóstolos.

O homem livre jamais foi um tirano religioso, nem procurou exercer senhorio sobre a herança pertencente a Deus. O medo e a falta de segurança pessoal têm levado os homens a esmagarem os seus semelhantes debaixo de seus pés. Esse tipo de homem tinha algum interesse a proteger, alguma posição a assegurar; portanto, exigiu submissão de seus seguidores como garantia de sua própria segurança. Mas o homem livre, jamais; ele nada tem a proteger, nenhuma ambição a perseguir, nenhum inimigo a temer. Por esse motivo, ele é alguém completamente descuidado a respeito de seu prestígio entre os homens. Se o seguirem, muito bem; caso não o sigam, ele nada perde que seja querido ao seu coração; mas, quer ele seja aceito, quer seja rejeitado, continuará amando seu povo com sincera devoção. E somente a morte pode silenciar sua terna intercessão por eles.

Sim, se o cristianismo evangélico tem de permanecer vivo, precisa novamente de homens, o tipo certo de homens. Deverá repudiar os fracotes que não ousam falar o que precisa ser externado; precisa buscar, em oração e muita humildade, o surgimento de homens feitos da mesma qualidade dos profetas e dos antigos mártires. Deus ouvirá os clamores de seu povo, assim como Ele ouviu os clamores de Israel no Egito. Haverá de enviar libertação, ao enviar libertadores. É assim que Ele age entre os homens.

E, quando vierem os libertadores… serão homens de Deus, homens de coragem. Terão Deus ao seu lado, porque serão cuidadosos em permanecer ao lado dEle; serão cooperadores com Cristo e instrumentos nas mãos do Espírito Santo…

Fonte: Editora Fiel edição online.
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28

de
março

VOCÊ COLHE O QUE PLANTA…

Você colhe o que planta …

Certa manhã, uma mulher bem-vestida parou em frente de um homem sem-teto, que olhou para cima lentamente … e reparou que a mulher parecia acostumada com as coisas boas da vida. O casaco era novo. Parecia que ela nunca tinha perdido uma refeição em sua vida. Seu primeiro pensamento foi: “Só quer tirar sarro de mim, como tantos outros fizeram …”

“Por favor, Deixe-me sozinho!” Resmungou o homem… Para sua surpresa, a mulher continuou de pé. Ela estava sorrindo, seus dentes brancos exibidos em linhas deslumbrantes.

“Você está com fome?” , perguntou ela. “Não”, respondeu sarcasticamente. “Acabei de voltar do jantar com o presidente … Agora vá embora.”

Sorriso da mulher se tornou ainda mais amplo.

De repente, o homem sentiu uma mão suave debaixo do braço. “O que você está fazendo, senhora?” , Perguntou o homem irritado. “Disse para deixar-me sozinho!”

Neste momento um policial chegou. “Existe algum problema, senhora?” Perguntou ele…

“Não tem problema aqui, Policial”, a mulher disse… “Eu só estou tentando ajudá-lo a ficar de pé …” “Pode me ajudar?” O policial coçou a cabeça. “Sim, o velho João é um estorvo por aqui há anos”. “O que você quer com ele?” Perguntou o policial…

“Vê o restaurante ali?” , Perguntou ela. “Eu vou dar-lhe algo para comer e tirá-lo do frio por um tempo.”

“Você, senhora, está louca?” O homem sem-teto resistiu. “Eu não quero ir para lá!” Então sentiu mãos fortes segurando os braços e levantá-lo. “Deixe-me ir, eu não fiz nada oficial …”

“Não vê, esta é uma boa oportunidade para você”, o oficial sussurrou em seu ouvido. Finalmente, e com alguma dificuldade, a mulher e o oficial levam João para o restaurante e o sentam a uma mesa em um canto do refeitório. Era quase quatorze horas, a maioria das pessoas já tinha comido o almoço e para jantar o grupo ainda não tinha chegado ….

O gerente do restaurante veio a eles e perguntou. “O que está acontecendo aqui, oficial? — O que é isso? — E este homem está em apuros?” “Esta senhora trouxe-o aqui para comer alguma coisa”, respondeu o oficial.

“Oh! não, não aqui!” o gerente respondeu com raiva. “Ter uma pessoa como essa aqui é ruim para os negócios!”

O velho João sorriu com poucos dentes. “Senhora, eu lhe disse. Agora, você vai me deixar ir?. Eu não queria vir aqui desde o início.” A mulher foi até o gerente da lanchonete e sorriu .. “O senhor está familiarizado com Harris & Associates?, empresa que fica a duas ruas daqui?

“Claro que eu sei”, respondeu o gerente impaciente. “Eles fazem as suas reuniões semanais aqui e jantam no meu restaurante”.

“E você ganha um monte de dinheiro fornecendo alimentos para essas reuniões semanais?” Perguntou a Sra…

“E o que importa para você?” — perguntou o gerente impaciente.

“Eu, senhor, sou Penelope Hernandez, presidente e proprietária da empresa. ” — disse ela.

“Oh desculpe!” — disse o gerente…

A mulher sorriu de novo… “Eu pensei que isso poderia fazer a diferença no seu tratamento.” Ela disse ao policial, que se esforçou para conter uma risada.

“Gostaria de fazer-nos companhia numa xícara de café ou talvez uma refeição, policial?” “Não, obrigado, senhora”, respondeu esse. “Estou de plantão”.

“Então, talvez, uma xícara de café para ir?” — disse ela.

“Sim, senhora. Isso seria melhor.” — respondeu o policial.

O gerente do restaurante virou nos calcanhares como se recebesse uma ordem.

“Vou trazer o café para o policial imediatamente Senhora”

O policial observou-a de pé. E falou: “Certamente colocou-se no lugar”, disse ele.

“Essa não foi minha intenção”, disse a Sra. “…Acredite ou não, eu tenho uma boa razão para tudo isso. ”

Ela se sentou à mesa em frente ao seu convidado para jantar. Ela olhou para ele … “João, você se lembra de mim?”

O velho João olhou para seu rosto, no rosto dela, com seus olhos remelentos “Eu acho que sim - quero dizer, acho que é familiar.”

“Olha João, talvez eu seja um pouco maior, mas olha-me bem,” disse a Sra. .. “Talvez eu esteja mais gordinha agora … mas quando trabalhava aqui há muitos anos atrás eu vim aqui uma vez, e por esta mesma porta entrei, morrendo de fome e frio.” — Algumas lágrimas caíram por suas bochechas ..

“Senhora?” disse o policial, eu não podia acreditar no que estava presenciando, mesmo pensando como uma mulher como esta poderia ter passado fome.

“Eu tinha acabado de me formar na faculdade em minha cidade natal”, disse a mulher. . “e vim para a cidade à procura de um emprego, mas não consegui encontrar nada…” Com a voz quebrantada a mulher continuou: “Quando eu tinha meus últimos centavos e entreguei meu apartamento, andava pelas ruas, sem ter onde morar, e foi em julho, estava frio e, quase morrendo de fome, quando vi este lugar e entrei, pensando numa pequena chance para conseguir algo para comer”. Com lágrimas nos olhos, a mulher continuou falando …“João me recebeu com um sorriso.

“Agora eu me lembro”, disse João. “Eu estava atrás do balcão de serviço. Ela se aproximou e perguntou se poderia trabalhar para comer alguma coisa.”

“Você me disse que era contra a política da empresa.” A mulher continuou.. “Então, você me fez o maior sanduíche de rosbife que já vi … deu-me uma xícara de café, e fui para um canto para apreciar a minha refeição. Eu estava com medo que você se metesse em encrencas. Então eu olhei e vi você colocar o valor dos alimentos no caixa. Eu sabia que tudo ficaria bem. ”

“Então você começou seu próprio negócio?” Disse o velho João.

“Sim encontrei um trabalho naquela mesma tarde. Eu trabalhei muito duro, e eu subi com a ajuda do meu Deus Pai. Tempos depois eu comecei meu próprio negócio, com a ajuda de Deus, ele prosperou ..” Ela abriu sua bolsa e tirou um cartão. “Quando terminar aqui, eu quero que você faça uma visita ao Sr. Martinez. Ele é o diretor de pessoal da minha empresa e vai encontrar algo para você fazer nela.”

Ela sorriu. “Eu poderia até adiantar-lhe algo, o suficiente para que você possa comprar algumas roupas e arrumar um lugar para viver até se recuperar. Se você precisar de alguma coisa, minha porta está sempre aberta para você João.”

Havia lágrimas nos olhos do idoso. “Como eu posso agradecer-lhe”, ele perguntou. “Não me agradeça” ela respondeu. “Deus da-lhe glória. Ele me trouxe para você.”

Fora do restaurante, o policial e a mulher pararam e antes de ir embora ela disse: “Obrigado por toda sua ajuda!”. Em vez disso, o oficial disse: “Obrigado eu, que vi um milagre hoje, algo que eu nunca vou esquecer. E …. E obrigado pelo café. “…..

Que Deus te abençoe sempre e não se esqueça que quando jogamos pão sobre as águas, você nunca sabe quando ele será devolvido para você … Deus é tão grande que pode cobrir o mundo com amor e tão pequeno para entrar em seu coração.

Quando Deus te leva à beira do precipício, confie nele completamente e deixe-se levar. Apenas uma outra coisa vai acontecer, ou ele segura quando você cair, ou vai te ensinar a voar!

Quando Deus fecha portas ninguém pode abrir e quando Deus abre portas ninguém pode fechar .. Se você precisa de Deus para abrir uma porta para você ….

lembre-se de ser uma bênção para os outros…

Deus tem visto suas lutas, e uma bênção está chegando à sua vida.

Autor: Anônimo
Pr. Islei Santos
Contatos:
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22

de
março

O IMPORTANTE É SER SALVO NO FINAL - 2 Sm 9:1-13

O importante é ser salvo no final 2º SM 9:1-13

Introdução:

A bondade de Deus é um dos dois temas deste capítulo e significa a misericórdia e o favor do Senhor com os que não são merecedores.

Pelo modo como Davi tratou Mefibosete, observamos um retrato da bondade de Deus com os pecadores.

Davi havia prometido tanto a Saul quanto a Jônatas que não exterminaria seus descendentes quando se tornasse rei

(1º Sm 20:12-17, 42; 24:21) e, no caso de Mefibosete, filho de Jônatas, Davi não apenas cumpriu sua promessa como também foi além de seu dever.

O segundo tema importante desse capítulo é a realeza de Davi. O nome Davi é usado sozinho seis vezes neste capítulo; em seis ocasiões ele é chamado de rei Davi.

Sem dúvida, temos aqui um retrato de Jesus Cristo, o Filho de Davi, que por sua morte, ressurreição e ascensão foi glorificado no trono celestial e, agora, pode conceder suas bênçãos espirituais aos pecadores necessitados.

O nome Davi significa “amado”, e Jesus é o Filho amado de Deus (Mt 3:17; 17:5), enviado ao mundo para salvar os pecadores.

1) O rei encontra Mefibosete (vs 1-4) [destruidor da vergonha]

O príncipe coxo vivia da outra banda do Jordão numa cidade chamada Lo-Debar, que significa “lugar sem pastor” ou “terreno deserto”.

É importante observar que a motivação de Davi para procurar Mefibosete não foi à condição triste de um homem aleijado, mas sim o desejo de Davi honrar Jônatas.

Mefibosete estava com cinco anos de idade quando seu pai morreu em combate (2º Sm 4:4) e, portanto, a essa altura, estaria com cerca de 21 anos de idade e também tinha um filho (2º Sm 9:12).

O mesmo acontece com os filhos de Deus: são chamados e salvos, não por merecerem alguma coisa de Deus, mas por amor a Jesus Cristo, Filho de Deus (Ef 1:6; 4:32).

2) O rei chama Mefibosete (vs. 5-8)

O que teria passado pela mente desse príncipe aleijado ao ser convocado a se apresentar diante do rei? Alguém teve de ajudar o rapaz a chegar até o palácio, onde ele se prostrou diante de Davi - algo difícil para um homem aleijado de ambos os pés - e reconheceu sua dignidade. O rei chamou-o pelo nome e lhe garantiu, no mesmo instante, que não havia coisa alguma a temer.

Em seguida, Davi adotou Mefibosete extraoficialmente ao devolver-lhe as terras que o pai, Jônatas, teria herdado de Saul e, depois, ao convidá-lo a viver no palácio e comer à mesa do rei.

O fato de Davi ter tomado a iniciativa de resgatar Mefibosete nos lembra de que foi Deus quem deu o primeiro passo em nos buscar e não nós:

“Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda” (Jo 15:16).

Estávamos separados de Deus e éramos seus inimigos; no entanto, ele nos amou e enviou seu Filho para morrer por nós: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8).

“Nossa herança é muito mais do que um pedaço de terra aqui no mundo: é um lar eterno no céu”!

3) O rei dá riquezas a Mefibosete (vs. 9-13)

Davi incluiu Mefibosete em sua família, supriu suas necessidades, protege-o e permitiu que comesse à mesa dele. Não seria fácil cuidar de um homem adulto, aleijado de ambos os pés, mas Davi prometeu que o faria.

Mefibosete considerava-se um “cão morto” (v. 8), assim como nós também estávamos “mortos” em nossos pecados e transgressões quando Jesus nos chamou e nos deu uma nova vida: Efésios 2:1-6:

“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, 2 Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. 3 Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. 4 Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, 5 Estando nós ainda mortos em nossas ofensas nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), 6 E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Ef 2:1-6).

Temos uma posição mais elevada do que aquela que Davi deu a Mefibosete, pois nos assentamos no trono com Jesus Cristo e reinamos em vida com ele (Rm 5:17).

Deus nos dá as riquezas de sua misericórdia e graça

(Ef 2:4-7) e também as insondáveis riquezas em Cristo (Ef 3:8).

Deus supre todas as nossas necessidades, usando para isso não os tesouros de um rei aqui da terra, mas sim sua riqueza em glória (Fp 4:19).

Mefibosete passou o resto de seus dias na Jerusalém aqui na terra (2º Sm 9:13), mas os filhos de Deus de hoje já são cidadãos da Jerusalém celestial, onde habitarão para sempre com o Senhor (Hb 12:22-24).

4) A revolta de Absalão (2º Sm 14 - 15)

Davi era muito apegado a Absalão e, tendo superado a morte de Amnon, desejava retomar a comunhão com seu filho exilado, ausente há três anos. Mas o medo da opinião pública o fazia hesitar em conceder o perdão ao seu filho.

Joabe, percebendo essa luta entre a afeição paternal e o dever real concebeu um plano que envolveu uma mulher sábia do campo e uma história contra ao rei.

Depois da reconciliação (2º Sm 15:1) Absalão tomou posse dos símbolos da realeza (cf. 1º Sm 8:11). Depois passou a furtar os corações dos homens com suas audiências públicas que aconteciam sempre pela manhã num tribunal presidido do lado de fora, à porta da cidade.

Absalão ali se colocava para obter favorecimento. Como o rei estava ocupado com outras questões ou com as guerras, além de estar envelhecendo, muitas questões ali ficavam sem solução, o que acabava criando um profundo sentimento entre o povo.

Absalão se aproveitava dessa situação para minar seu pai, concedendo a todos que podia acordos favoráveis e demonstrando a todos a sua cordialidade. Desse modo, ele obtinha a afeição das pessoas sem que elas percebessem sua ambição maligna. Até o nome do Eterno ele usou para se beneficiar fraudulosamente (2º Sm 15:7).

Em 2º Sm 15:10-12 Absalão tramou uma conspiração, que incluía levar alguns dos líderes para dar a impressão de que o rei apoiava a ação, e que, por causa da sua idade avançada, estava compartilhando o reinado.

Tudo isso era um disfarce sútil para Absalão ter a liberdade para planejar a sua revolta. Absalão conseguiu fazer tudo isso não pela sua esperteza, mas pela negligência de seu pai

(cf. 1º Rs 1:6).

5) Ziba um obreiro fraudulento (2º Sm 16 1:4)

Ziba, certamente tentando ser aprovado aos olhos de Davi ao levar-lhe esses presentes, acusou seu dono de deslealdade ao rei e participação na conspiração de Absalão com o propósito de derrubar a casa de Davi.

Assim, a casa de Saul retornaria o trono, e seria ele o rei. Essa era uma acusação falsa (cf. 2º Sm 19:24:25), mas convenceu Davi, que acreditou na história e tomou uma decisão grave e dura que infligiu o mal a um verdadeiro amigo, Mefibosete.

“Então disse o rei a Ziba: Eis que teu é tudo quanto tem Mefibosete. E disse Ziba: Eu me inclino, que eu ache graça em teus olhos, ó rei meu senhor” (2º Sm 16:4).

A importância da autoridade:

Deus age a partir do seu trono, e o seu trono esta estabelecido sobre a sua autoridade. O pecado contra o poder é mais facilmente perdoado do que o pecado contra autoridade, porque este é um pecado contra o próprio Deus.

Rebelar-se contra a autoridade representativa de Deus é o mesmo que rebelar-se contra Deus! A primeira lição que um obreiro tem de aprender é obediência à autoridade. As divisões e desentendimentos frequentes dentro da Igreja brotam da rebeldia.

Sujeição à autoridade não se limita a estar sujeito a uma pessoa, mas é estar sujeito à unção que vem a ela quando Deus lhe ordena que seja uma autoridade. Aquele que resiste à autoridade resiste a Deus e aquele que resiste incorrerá em julgamento. A consequência da resistência à autoridade é morte.

O arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo difamatório contra ele; pelo contrário, disse “o Senhor te repreenda” (Jd 9). Por quê? Porque numa certa ocasião Deus estabeleceu Lúcifer como o chefe dos arcanjos; e Miguel, sendo um arcanjo, estivera sob sua autoridade.

“… quem vos der ouvidos, ouve-me a mim, e, quem vos rejeitar, a mim me rejeita” (Lc 10:16). Se Deus teve coragem de confiar sua autoridade aos homens, então precisamos de coragem para obedecer. Se a pessoa com autoridade está certa ou errada não nos diz respeito, uma vez que é diretamente responsável para com Deus (Ananias X Saulo).

DEUS GOSTA DE DELEGAR SUA AUTORIDADE E TAMBÉM RESPEITA SEUS DELAGADOS! Aquele que reconhece a autoridade será dedicado e respeitoso.

Três requisitos para uma autoridade delegada

1. Deve reconhecer que toda autoridade procede de Deus;

2. Deve constantemente estar em comunhão com o Senhor;

3. Jamais tente estabelecer sua própria autoridade (é preciso nascer de novo).

A origem de Satanás

Foi à rebeldia que provocou a queda de Satanás. Ele violou a autoridade divina. A rebeldia é uma questão de princípio. Considerando que todo o universo está sob o domínio de Deus, temos que nos sujeitar à sua autoridade

Deus tem o propósito de manifestar sua autoridade ao mundo através da Igreja. Por que Samuel disse que “obedecer (shimoa) é melhor do que sacrificar?”

Porque mesmo no sacrifício pode haver o elemento da vontade própria. Só a obediência honra a Deus de maneira absoluta, pois só ela coloca a vontade de Deus no centro.

Nosso Senhor considerava o obedecer à autoridade de Deus mais importante do que o sacrificar-se sobre a cruz. À vontade representa autoridade. Saul poderia oferecer bois e ovelhas, mas Deus jamais os aceitaria como sacrifício a Ele porque havia um princípio satânico envolvido, a saber, a rebeldia.

Antes de podermos trabalhar para Deus temos de ser conquistados por sua autoridade. Saibamos que no universo existem dois princípios: o da autoridade de Deus e o da rebeldia satânica.

Satanás ri quando uma pessoa rebelde prega a Palavra, pois nessa pessoa habita o princípio satânico! Só aquele que está debaixo de autoridade pode constituir uma autoridade.

6) Davi encontra-se com Mefibosete (2º Sm 19:24-28)

Mefibosete também foi ao encontro de Davi, exibindo as tradicionais marcas do luto, e explicou que não havia seguido Davi no exílio porque fora enganado pelo seu servo Ziba (cf. 2º Sm 16:1-4). Ele foi até Davi com grande humildade, generosidade de espírito e gratidão, reconhecendo todo o bem que o rei lhe fizera antes do engano doloso.

2º Sm 19:28 – “Porque toda a casa de meu pai não era senão de homens dignos de morte diante do rei meu senhor; e contudo puseste a teu servo entre os que comem à tua mesa; e que mais direito tenho eu de clamar ao rei?”.

Mefibosete teve, apenas, metade de tudo que era seu de volta: “… Tu e Ziba reparti as terras” (2º Sm 19:29).

7) Davi poupa a vida de Mefibosete (2º Sm 21:1-7)

Quando Israel passou por um período de fome que durou três anos, Davi reconheceu isso como disciplina de divina (cf. Dt 28:47-48) e buscou ao Senhor pela razão.

Mediante a revelação divina, Davi ficou sabendo que a fome era resultado de um pecado cometido por Saul; ele tinha matado os gibeonitas.

É provável que Saul estivesse tentando fazer o que Deus ordenara, ou seja, livrar a Terra Prometida do remanescente de ímpios para que Israel prosperasse.

Porém o zelo de Saul havia cometido um pecado grave; havia quebrado uma aliança feita 400 anos antes entre Josué e os gibeonitas, que já estavam na terra quando Israel dela se apossou.

Eles enganaram Josué para conseguir fazer uma aliança com ele; porém, tratava-se, assim mesmo, de uma aliança (cf. Js 9:3-27). A manutenção de uma aliança não era uma questão sem importância aos olhos do Eterno.

2º Sm 21:3-6: – “Disse, pois, Davi aos gibeonitas: Que quereis que eu vos faça? E que satisfação vos darei, para que abençoeis a herança do Senhor? 4. Então os gibeonitas lhes disseram: Não é por prata nem ouro que temos questão com Saul e com sua casa; nem tão pouco pretendemos matar pessoa alguma em Israel. E disse ele: Que é, pois que quereis que vos faça? 5. E disseram ao rei: O homem que nos destruiu, e intentou contra nós de modo que fôssemos assolados, sem que pudéssemos subsistir em termo algum de Israel, 6. De seus filhos se nos deem sete homens, para que os enforquemos ao Senhor em Gibeá de Saul, o eleito do Senhor. E disse o rei: Eu os darei”.

O importante para Mefibosete não foi ser filho de um rei de Israel, comer na mesa do rei e andar como um príncipe. O mais importante vem a seguir.

2º Sm 21:7 – “PORÉM O REI POUPOU A MEFIBOSETE, filho de Jônatas, filho de Saul, por causa do juramento do Senhor, que entre eles houvera, entre Davi e Jônatas, filho de Saul”.

Conclusão:

Mefibosete é um nome difícil de guardar e de pronunciar, mas nos lembramos de algumas verdades maravilhosas sobre esse personagem:

• O mais importante de tudo o que aconteceu na vida de Mefibosete foi ser salvo no final. Lembre-se o que importa em sua vida é que você será salvo no final.

• Glorifique sempre ao Eterno quando passares por injustiças, quando fores invejado, difamado e caluniado, pois, você está na palma do Eterno. Isso é o que importa. Aleluia.

Pr. Islei Santos

Teólogo, Mestre em Teologia Bíblica do Novo Testamento pelo Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini de São Paulo, Professor de Teologia e Escritor. Casado com Alessandra Santos, pai de dois filhos, Filipe e Gabriel. Reside em São Paulo capital.

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20

de
janeiro

Três verdades acerca da Ceia - Mc 14:22-26

Introdução

Os capítulos 14 e 15 de 1-20 de Marcos nos mostra algumas
pérolas a cerca dos últimos acontecimentos na vida de Jesus:

1) Jesus foi adorado em Betânia (1-11);

2) Jesus foi traído no cenáculo (12-26);

3) Jesus foi abandonado no Jardim (27-52);

4) Jesus foi rejeitado no palácio do sumo sacerdote (53-72);

5) Foi condenado no pretório de Pilatos (15-:1-20).

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1) Unidade e comunhão

“Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim” (Jo 17:23).

Pedro e João fizeram os preparativos para a ceia (Lc 22:8). Não seria difícil localizar um homem carregando um jarro de água, pois esse serviço costumava ser realizado por mulheres.

Na refeição pascal original, servia-se cordeiro assado, pão asmo e ervas amargas (Êx 12:8-20).

O cordeiro lembrava o povo de Israel do sangue colocado nas ombreiras e na verga das portas no Egito, para que o anjo da morte não matasse o primogênito daquela casa.

O pão os lembrava de que haviam saído do Egito às pressas
(Êx 12:39).

As ervas amargas traziam à memória seu sofrimento nos séculos seguintes. Os judeus acrescentaram à cerimônia a prática de beber quatro cálices de vinho diluído com água.

“Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” (Ef 4:3).

“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor”
(1ª Co 1:9).

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1ª Jo 1:7).

2) Humildade e submissão

Dentre os fatos relatados em Marcos (14:17-18), Jesus lavou os pés de seus discípulos e ensinou a lição sobre a humildade
(Jo 13:1-20)
.

No Oriente, repartir o pão com alguém significava fazer um pacto de confiança mútua. Seria um ato terrível de deslealdade repartir o pão e depois trair o anfitrião. No entanto, até esse gesto cumpriu a Palavra de Deus (Sl 41:9).

“Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade,
suportando-vos uns aos outros em amor”
(Ef 4:2).

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” (Fp 2:3).

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade” (Cl 3:12).

“Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (1ª Pe 5:5).

3) Fé e esperança

Depois que Judas saiu de cena, Jesus instituiu o que os cristãos costumam chamar de “Ceia do Senhor” ou “Eucaristia” (dar graças).

Antes de pegar o cálice, Jesus tomou um dos pães asmos e o repartiu, dizendo aos discípulos: “isto é o meu corpo”. Em seguida, tomou o cálice da Páscoa, abençoou e entregou-lhes, dizendo: “Isto é o meu sangue”.

O pão e o vinho eram dois elementos comuns, usados em praticamente todas as refeições, mas Jesus lhes deu um significado novo e maravilhoso. Esses elementos passariam então a serem memoriais da morte de Cristo.

Uma vez que Jesus está vivo, quando celebramos a Ceia do Senhor, temos comunhão com ele pela fé: “Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura a comunhão do corpo de Cristo? 17 Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” (1ª Co 10:16-17).

“Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5:2, 5).

“Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança. Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo”
(Rm 15:4, 13).

“Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça” (Gl 5:5).

“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança” (1ª Ts 4:13).

A última coisa que Jesus e seus discípulos fizeram no cenáculo foi cantar um hino tradicional da Páscoa baseado nos Salmos 115 a 118. É impressionante ver Jesus cantando a poucas horas do sofrimento na cruz!!!!

Conclusão:

Testamento (diatheke) significa: uma vontade, pacto, aliança, concerto, contrato, um plano de acordo em que ambas as partes assinam.

Deus assumiu compromisso com Noé, Abraão, Moisés e Israel. No Novo Testamento, Jesus ratificou através de sua morte na cruz um novo testamento, chamando de “melhor concerto”
(Hb 7:22).

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20

de
janeiro

A escolha dos Apóstolos

A escolha dos apóstolos - Mateus 10:1-4

Jesus convidou seus 12 discípulos. Ele não os forçou ou implorou para que se oferecessem voluntariamente; mas os escolheu para servi-lo de uma forma especial.
Hoje, Jesus continua convidando-nos. Ele não nos toma pelo braço e nos obriga a fazer o que não queremos. Podemos escolher entre juntar-nos a Ele ou ficar para trás. Quando Cristo o convida para segui-lo, como você responde?
Vejamos alguma palavras de destaque no versículo 1:

1. Chamou.
“E, chamando…” (Mt 10:1).
O Rei precisava de embaixadores para levar a mensagem – e, continua precisando deles. Devemos nos colocar à disposição para servir ao Senhor.
A palavra chamou em grego é proskoleomai e significa: chamar para si mesmo, isto é, convidar. Chamar alguém para junto de si; mandar vir. Também chamar para uma função ou dever. Significa ainda nomear ou escolher.

2. Discípulos.
“… os seus doze discípulos” (Mt 10:1).
A palavra discípulo em grego é mathetes e significa: aprendiz, aluno ou discípulo.
Depois da morte de Cristo, a palavra passou a ter o sentido mais amplo de seguidor, crente, isto é, cristão um estudante. Alguém que está sendo ensinado por outra pessoa.
Por meio do ensinamento de seu mentor, os discípulos deviam tornar-se réplicas de seu mestre. Se falhassem no aprendizado ou fizessem alguma coisa que fosse publicamente embaraçosa, os críticos olhariam muito além dos pupilos e condenariam o mestre. Assim, naturalmente, os mestres tinham muito cuidado para escolher seus discípulos.
Os selecionados estavam entre os que não apenas haviam prometido submeter-se completamente a sua instrução, mas entre os que de fato fariam.
Os gregos usavam a designação enviado para representantes pessoais do rei, embaixadores que atuavam com a autoridade do rei.
Quem fazia pouco caso dos enviados do rei corria o risco de ser julgado por insubordinação.
Jesus convidou 12 discípulos, pessoas que trabalhavam em várias atividades: pescadores, políticos, coletores de impostos. Convidou pessoas comuns, liderados e líderes, ricos e pobres, cultos e incultos.

3. Poder.
“… deu-lhes poder…” (Mt 10:1). A palavra grega para poder é eksousia que significa: habilidade, privilégio, força, capacidade, competência, liberdade, domínio, influência, autoridade, poder ou direito.
Jesus delegou poder aos apóstolos (enviados) para mostrar claramente que ele e seu reino eram soberanos sobre os reinos físicos e espirituais, os efeitos do pecado e os esforços de Satanás.
Essa foi uma mostra de poder jamais vista em toda a história da redenção para anunciar a chegada do Messias e autenticá-lo, juntamente com seus apóstolos que pregavam o evangelho.
Esse poder foi uma prévia do poder que Cristo exibiria em seu reino terrenal, quando Satanás será preso (Ap 20) e a maldição na vida fisica eliminada (Is 65:20-25).
1ª Jo 3:8 – “Quem pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo”.
1ª Jo 3:8, NTLH – “Quem continua pecando pertence ao Diabo porque o Diabo peca desde a criação do mundo. E o Filho de Deus veio para isto: para destruir o que o Diabo tem feito”.
2ª Co 12:12 – “Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós, com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas”.
2ª Co 12:12, NTLH – “As coisas que provam que, de fato, sou apóstolo foram feitas entre vocês com muita paciência. Foram sinais, maravilhas e milagres”.

4. Curar.
“… sobre os espíritos imundos, para os expulsarem e para curarem toda enfermidade e todo mal…” (Mt 10:1).
A palavra grega para cura é therapeuo e significa: aliviar uma doença, cura ou adoração. Prestar um erviço voluntário.
Por que Jesus curava? Para mostrar que Deus se importava profundamente com o sofrimento das pessoas sem nada cobrar. Nada de toalhinha, martelinho, sal grosso ou carnê.
Curadores de rapina traçam seus esquemas de levantamento de ofertas por meio de uma teologia que tem aparência espiritual.
Esses atacam como aves de rapina aqueles que estão enfraquecidos pela dor da doença com o objetivo de converter sofrimento em lucro.

5. Os nomes dos seguidores.
“Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; 3 Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; 4 Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu” (Mt 10:2-4).
Os 12 são sempre listados numa ordem semelhante. Pedro é sempre citado em primeiro lugar. A lista contém três grupos de quatro nomes.
Os três subgrupos são sempre listados na mesma ordem, e o primeiro nome da cada subgrupo é sempre o mesmo, embora exista alguma variação na ordem dentro de cada grupo – Judas, porém, é sempre o último a ser citado.
Simão, o Zelote é uma referência ao partido dos zelotes, um grupo determinado a pôr fim à dominação romana na Palestina. É provável que Simão tivesse sido membro do partido zelote antes de ir a Cristo.
Como um verdadeiro líder identifica outros líderes
Ao analisar alguns apóstolos pelo prisma humano, fica claro que eles não possuíam nenhuma qualidade de liderança. Vejamos por que.
SIMÃO PEDRO tem pavio curto, possui instabilidade emocional.
ANDRÉ seu irmão não detém nenhuma qualidade de liderança.
TIAGO e seu irmão JOÃO, filhos de Zebedeu, buscam o interesse pessoal em detrimento aos interesses da Instituição.
TOMÉ possui atitudes de dúvidas que podem abalar a união do grupo.
MATEUS faz parte da lista do Departamento de Negócios escusos de Jerusalém.
TIAGO, filho de Alfeu, e também TADEU, têm tendências radicais e ambos se encaixam na escala maníaco-depressiva.
Todavia, JUDAS demonstrava grande potencial. É um homem capacitado e cheio de recursos. Tem facilidade para comunicar-se, tem uma mente aguçada para os negócios e possui contatos com pessoas de alta posição. É altamente motivado e super ambicioso.
Acabamos de ter uma visão humana do perfil de alguns discípulos de Jesus. Ao partir desse pressuposto, o único na visão “humana” que poderia ser capaz de tornar-se um líder eficaz era Judas Iscariotes.
Todavia, aprouve a Jesus trabalhar com os demais e no decorrer dos longos três anos e meio ficar constatado que aqueles onze homens depois da descida do Espírito Santo, seriam capazes de dar prosseguimento no empreendimento deixado pelo Senhor Jesus.
Fica claro que a visão de Deus suplanta a humana. Uma pessoa que possui características diferentes da que procuramos para se tornar um verdadeiro líder, pode ser trabalhada pelo Espírito de Deus, e futuramente pode assim como Pedro, aquele que negou a Cristo por três vezes, se tornar um grande líder e um eficiente pregador e levando multidões a Cristo.
Permita que Deus o ensine acima de tudo a olhar as pessoas como Jesus olhou seus comandados!
“O verdadeiro líder não gasta seu tempo no preparo, mas sim investe tempo no preparo de outros líderes”.

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20

de
janeiro

Apostasia ou avivamento, de que lado você está?

“O Espírito de Deus diz claramente que, nos últimos tempos, alguns abandonarão a fé. Eles darão atenção a espíritos enganadores e a ensinamentos que vêm de demônios” (1Tm 4:1).

Introdução:
Por que a apostasia é uma ameaça tão grande? Desde aquele dia, no Jardim, quando a serpente tentou Eva, o diabo tem atacado implacavelmente a verdade, usando mentiras e as mesmas estratégias, repetidas vezes, a fim de semear dúvida e incredulidade na mente.
“Porque não ignoramos as suas maquinações” (2ª Co 2:11).
A forma da dialética maligna do diabo raramente muda. Ele questiona a verdade que Deus tem revelado (“É assim que Deus disse” Gn 3:1).
Em seguida ele contradiz o que Deus disse (“É certo que não morrereis” Gn 3:4).
Finalmente, ele inventa uma versão alternativa da verdade (“Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal”
Gn 3:5).
Somos embaixadores com uma mensagem de boas-novas para as pessoas que andam em trevas e vivem na região da sombra da morte.
E somos soldados – com ordens para destruir fortalezas ideológicas e derrubar as mentiras e enganos engendrados pelas forças do mal.
Devemos manter toda a nossa mente plenamente pura tão somente para Cristo. Quando permanecemos na simplicidade pura do evangelho, pois assim como quando os casamentos são acordados entre as pessoas, um contrato é lavrado, assim também o casamento espiritual entre nós e o Filho de Deus é confirmado pelo evangelho como uma espécie de contrato.
“A verdade está sofrendo ataques intensos, e há poucos guerreiros corajosos dispostos a lutar.”
O evangelho é perturbador, chocante, transtornador, confrontador, produz convicção de pecado e é ofensivo ao orgulho humano.
Não há como “fazer marketing” do evangelho bíblico. Aqueles que procuram remover a ofensa, ao torná-lo entretenedor, inevitavelmente corrompem e obscurecem os pontos cruciais da mensagem.
A igreja precisa reconhecer que sua missão nunca foi a de relações públicas ou de vendas; fomos chamados a um viver santo, a declarar a inadulterada verdade de Deus – de forma amorosa, mas sem comprometê-la – a um mundo que não crê.
“Quando é que a igreja vai parar de tentar entreter os bodes e voltar a alimentar as ovelhas”?

1) O que é apostasia?
Apostasia é o termo técnico que descreve a heresia grave e destruidora de almas, que surge dentro da igreja. Ela provém da palavra grega apostasia, que ocorre em 2ª Tessalonicenses 2:3, que em português, representa sua forma homônima “apostasia”.
Essa palavra esta estritamente relacionada com a palavra grega que significa “divórcio”. Fala de abandono, de uma separação, de uma diserção – da abdicação total da verdade.
O apóstata é, portanto, um desertor da verdade – alguém que conheceu a verdade, demonstrou concordar com ela e, talvez a tenha proclamado durante algum tempo – mas, por fim, rejeitou-a.
O apóstata típico pode continuar fingindo que crê na verdade e que a proclama; mas na realidade, ele se opõe à verdade e a subverte. É um traidor da fé e, secretamente, um inimigo na guerra pela verdade.
Contudo, ele quer que todos pensem o contrário. A maioria dos apóstatas procura permanecer na igreja e, de modo ativo, busca aceitação entre o povo de Deus.
Visto que tudo quanto eles fazem subverte a fé e corrompe a verdade, eles são um grave perigo para a saúde do rebanho – embora usualmente façam de tudo o que é possível a fim de parecerem amáveis, agradáveis e piedosos.
Por isso Jesus os comparou com lobos roubadores, disfarçados em ovelhas: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mt 7:15).
Independentemente de quão amáveis, benignos ou modestos eles parecam ser, esses lobos disfarçados em ovelhas são invariavelmente impulsionados por motivos malignos e de engrandecimento pessoal – tais como a soberba, a rebeldia, a cobiça, a conscupiscência etc (2ª Pe 2:10-19).
Muitos deles ficam tão obcecados por desejos malignos, que realmente imaginam que estão servindo a Cristo, quando, na realidade, estão se opondo a Ele: “… vem a hora em que qualquer que vos matar julgará prestar um serviço a Deus” (Jo 16:2).

2) As armas que o diabo usa
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. 14 E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. 15 Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (2ª Co 11:13-15).
“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, 4 e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas” (2ª Tm 4:3-4).
“Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão rebanho, 30 e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si”
(At 20:29-30).
1) Falsos apóstolos; 2) obreiros fraudulentos disfarçados; 3) ministros disfarçados em ministros da justiça; 4) mestres segundo seus próprios desejos; 5) lobos que se infiltrarão no rebanho.

3. É preciso combater as heresias e os hereges
Epítolas foram escritas para combaterem heresias e hereges: Hebreus, 1ª e 2ª Coríntios, Gálatas, Colossenses, 1ª e 2ª Tessalonicenses, 2ª e 3ª João e a principal foi a de Judas.
O caminho da apostasia:
1) O principal é declarar que a Bíblia contém erros. Então o mundo passa a dominar a igreja. Perde-se a confiança nas Escrituras como autoridade máxima.
2) Trazer coisas como a sociologia, o marketing e a psicologia para dentro da igreja para fornecer uma base à filosofia de ministério (movimento das igrejas emergentes).
Tipos de Teologia
1. Teologia moderna – Immanuel Kant (1750) racionalista. É fundamentar sobre a razão todos os conceitos de Deus.
2. Teologia da libertação – Cristianismo = Marxismo = Socialismo ou Comunismo. A libertação efetiva do homem consiste da divisão dos bens materiais e imobiliários.
3. O cientismo – Em algumas questões a Bíblia deve curvar-se diante da ciência. Ex.: evolução - levante a cauda? Alma - Deus é um grande macaco?
4. Teologia quenótica – Se Cristo esvaziou-se, então suas palavras não são dignas de crédito.
5. Teologia panteísta – Deus está em tudo e em todos. Ex.: insetos.
6. Rudolf Bultmann – A Bíblia é um livro mitológico, para o homem moderno e científico.
7. Teologia existencial – Tudo na Bíblia é trabalhado para o bem-estar do homem.
8. Teologia de Bonhoeffer – O homem deve aprender lidar consigo mesmo sem apelar para “hipótese operacional chamada Deus”.
9. Teologia da esperança – A existência de Deus poderá ser respondida só no futuro. “A esperança tomou o lugar da fé” (Rubem Ales).
10. Teologia secular – Confirma os valores do mundo. Vivesse na igreja, mas não tem vínculo com Deus.
11. Teologia da morte de Deus (Thomas Altizer) – Deus morreu no século XIX, em função disso o homem descobriu que não era mais a imagem e semelhança de Deus.
12. Teologia da prosperidade – Tudo na Bíblia é para o sucesso financeiro (Jim Backer). Valoriza o temporal e não o eterno. Valoriza o ter e não o ser. Narcisista, levam às pessoas para o sucesso simbólico do mundo. Demoniza o pobre. Coisifica pessoas, humaniza coisas. Jesus morreu pelas pessoas e não pelas coisas!
4. Avivamento: qual o caminho?
O derramar poderoso do Espírito Santo nos grandes avivamentos quase sempre é seguido de milagres, sinais e maravilhas. O Evangelho é o poder de Deus e deve ser pregado no poder do Espírito Santo.
Os avivamentos sempre aconteceram em épocas de crise. Em tempos atrás, em diversas nações quando tudo parecia perdido, assolado, cinzento, Deus manifestava-se prodigiosamente, contrariando todas as expectativas agourentas e evidenciando o poder do seu braço onipotente.
Nada há que demonstre a soberania e o poder de Deus como o avivamento. O avivamento é essa erupção de Deus na História, a manifestação de seu poder irresistível, sua graça soberana e seu favor ilimitado, arrancando a igreja dos escombros de uma religiosidade fria e morta, e transformando a face da sociedade caotizada pelo pecado em cenário de justiça.
O avivamento prova que a igreja é de Deus e que Deus não desiste da Igreja. O avivamento é prova irrefutável de que a Igreja jamais será povo falido, jamais se perderá na fúria do tempo, e caminhará, resolutamente, de força em força, de fé em fé, recebendo graça sobre graça, sendo transformada de glória em glória, até chegar ao lar permanente, à casa do Pai. Todavia é imprescindível mostrar o que não é avivamento.
1. Avivamento não é um programa agendado pela igreja;
2. Avivamento não é mudança de doutrina;
3. Avivamento não é mudança litúrgica;
4. Avivamento não é eclosão de dons carismáticos e sinais;
5. Avivamento não é modismo;
6. Avivamento não é superitualização da vida.
“O vento sopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito” (Jo 3:8).
Vem vento, vem oh, vento do Espírito e sopra sobre nós; Sopra sobre nossas casas; Sopra sobre nossos casamentos; Sopra sobre nossos filhos; Sopra sobre nossas famílias; Sopra sobre nossos ministérios; Sopra sobre nossas mentes; Sopra sobre nossas emoções; Sopra sobre nossos relacionamentos; Sopra sobre nós; Sopra sobre este país; Sopra sobre o Palácio do Planalto; Sopra sobre nossos governadores; Sopra sobre nosso povo simples da rua; Oh, Espírito sopra!
Jesus associa o Espírito Santo também a um vento que sopra. E pensando no vento, Jesus atribui ao Espírito três qualidades sem cuja compreensão, sem cujo conhecimento, eu e você não temos como discernir, perceber ou nos largamos no Sopro do Espírito no mundo, na história, na igreja.
Primeiramente: O Espírito é livre! Ele diz: “o vento sopra aonde quer.” E não há nada que você possa fazer a respeito, não há proibições; governos não passam decretos que proíbam o vento de soprar.
Não há autoridade alguma que diga: aqui o vento não sopra; pois o vento sopra aonde quer soprar. O Papa não pode impedir do vento soprar no Vaticano, na Igreja Católica.
O Presidente do Brasil não pode impedir do vento soprar dentro da Igreja. Os líderes das denominações não podem passar decretos, fazer doutrinas para impedir do vento soprar lá.
Os teólogos podem escrever os livros que quiserem negando o vento do Espírito mas o Espírito é livre; o Espírito é livre e sopra aonde quer.
Significa que frequentemente ele sopra onde a gente não quer. Significa que frequentemente ele sopra contra a nossa vontade.
Porque o Espírito é livre.
Tu não sabes de onde ele vem!
De onde vem eu não sei, por isso meu coração deve estar aberto para todas as possibilidades. Ninguém pode prever de onde vem. Vai soprar!
A unção de Deus não é hereditária não. Eu não sei o que os meus filhos vão ser. Só sei, em nome de Jesus, que vão ser crentes.
Mas a unção não é hereditária.
Nenhum profeta que escreveu livro da Bíblia veio da escola dos profetas. A escola dos profetas estava ali só prá estudar as profecias que Deus dava a quem não freqüentava a Casa dos Profetas.
Siga o vento!
Você tem que respeitar a direção que o vento está soprando na vida dos outros. É meu irmão, o vento naquele tempo estava soprando pra lá. O vento agora está soprando prá cá. Eu quero seguir o vento.
Charles Haddon Spurgeon lia quase um livro por dia em média. Aos 19 anos de idade, a Igreja de New Park Street o convidou para um teste de seis meses. Eu aceitaria somente um teste de três meses, pois, “Eu não queria me tornar um obstáculo”. Quando ele chegou, em 1854, a congregação tinha 232 membros. Trinta e oito anos depois o total era de 5.317 com outros 9.149 que tinham sido membros (mudanças, mortes, etc.). Num culto em 1879, a congregação regular de 4.850 membros deixou o tabernáculo para permitir que novas pessoas, que estavam esperando do lado de fora, tivessem uma chance de vir e ouvir. O edifício imediatamente se encheu de novo.

5. Avivamento a qualquer custo?
Se nos preocuparmos com a profundidade de nosso ministério, Deus cuidará de sua largura. Se ministrarmos tendo em vista o crescimento espiritual, o crescimento numérico será aquilo que Deus tenciona que seja.
O preço do chamado: Jeremias pregou durante quarenta anos sem ver qualquer resultado significativo. Pelo contrário, seus conterrâneos ameaçaram matá-lo, se não parasse de profetizar (Jr 11.19-23); sua própria família e amigos conspiraram contra ele (12.6); por não ser permitido casar-se, teve de sofrer uma solidão agonizante (16.2); houve conspirações secretas para matá-lo (18.20-23); foi ferido e colocado no tronco (20.1,2); foi espionado por amigos que buscavam vingança (v. 10); foi consumido por desgosto e vergonha, chegando a amaldiçoar o dia em que nasceu (v. 14-18); e por fim foi injuriado e considerado um traidor de sua própria nação (37.13,14).
Ele foi açoitado e atirado em um calabouço, passando ali muitos dias sem comer (v. 15-21). Se um etíope não tivesse intercedido em seu favor, Jeremias teria morrido ali. Por fim, a tradição ensina que ele foi exilado para o Egito, onde foi apedrejado e morto por seu próprio povo. Jeremias não teve convertidos a apresentar como fruto de uma vida toda de ministério
(1ª Co 2:1-5; 1ª Ts 3:2-6).
O modelo para o pastor contemporâneo não é mais o profeta nem o pastor, é o executivo de corporação, o político ou, pior ainda, o apresentador de programas de “bate-papo” na televisão.
A maioria das igrejas contemporâneas está preocupada com índices de audiência, pesquisas de popularidade, imagem corporativa, estatísticas de crescimento, lucro financeiro, pesquisas de opinião pública, gráficos populacionais, dados de recenseamento, tendências da moda, status das celebridades, a lista dos dez mais e outras questões pragmáticas.
O que está desaparecendo é a paixão da igreja pela pureza e pela verdade. Ninguém parece se importar, desde que a reação das pessoas seja entusiástica.
O pragmatismo radical da “abordagem amigável” rouba da igreja o seu papel profético. Transforma-a em uma organização popular, que recruta seus membros através de oferecer-lhes um ambiente de calor humano e amizade, no qual as pessoas comem, bebem e são entretidas.
A igreja acaba funcionando mais como um clube do que como uma casa de adoração.
A igreja não é um clube à busca de novos sócios.
Não é o barzinho do bairro onde a vizinhança se reúne.
Não é um grêmio estudantil à procura de calouros.
Não é um centro comunitário onde se realizam as festas.
Não é um clube de campo para as massas.
Não é um comitê eleitoral onde os problemas da comunidade são discutidos.
Não é uma corte judicial para corrigir as injustiças sociais.
Não é um fórum aberto, ou uma convenção política, ou até mesmo uma cruzada evangelística.
A igreja é o corpo de Cristo (1ª Co 12.27), e as reuniões da igreja são para adoração e instrução.
Hebreus 10.24-25 indica que os cultos da igreja são para o benefício dos crentes e não dos incrédulos: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos”.
Atos 2.42 mostra-nos o padrão que a igreja primitiva seguia, quando se reunia: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”.
O pastor que coloca o entretenimento acima da pregação bíblica e vigorosa abdica da responsabilidade primária de sua função, ou seja, apegar-se “à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem” (Tt 1.9).
É o Senhor quem acrescenta as almas à igreja (At 2.47). Metodologias humanas não podem acelerar ou suplantar o processo divino.
Qualquer crescimento adicional que venha a produzir não passará de uma pobre e infrutífera imitação.
A igreja se acomodou à nossa cultura ao inventar um tipo de cristianismo onde o tomar a cruz tornou-se opcional, ou até mesmo, impróprio.
O evangelho frequentemente pregado em nossos dias está tão distorcido que oferece o crer em Cristo como nada mais do que um simples meio para o contentamento e a prosperidade.
O escândalo da cruz (Gl 5.11) tem sido sistematicamente removido, de modo que a mensagem se torne mais aceitável aos incrédulos.
A igreja, de alguma forma, concebeu a idéia de que pode declarar paz com os inimigos de Deus. Precisamos apenas voltar a pregar a verdade e plantar a semente.
Se formos fiéis nisso, o solo que Deus já preparou haverá de produzir fruto.

Conclusão:
A igreja de hoje não precisa do pentecostalismo artificial popularizado pelas igrejas carismáticas para chamar a atenção do mundo.
Sensações novas e celebridades no púlpito da Igreja não produzirão jamais conversão verdadeira.
Se realmente quisermos ser eficazes como igreja, não temos outra escolha.
Temos de voltar ao Pentecostes original. E tal só acontecerá quando abandonarmos as imitações, nos arrependermos de toda impureza e chegarmos a Deus com espírito de humilhação, abandonando a filosofia de igreja-bem-sucedida e voltarmos à obediência integral da Palavra de Deus.
Então, as pessoas serão atraídas à igreja, pois Deus as atrairá por intermédio dos servos ungidos e quebrantados no recanto secreto da oração.
Amém!

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20

de
janeiro

O que gera uma pessoa desmotivada? Lc 15:11-24

Introdução:
Pessoas motivadas para a ação são aquelas que quando veem ou ouvem algum problema, assumem esse problema como seu e agem em direção à solução.
Elas não ficam esperando para ver o que vai acontecer. Elas são proativas. Elas se mexem, perguntam, questionam, fazem a diferença.
É isso mesmo: pessoas motivadas para a ação são as que fazem a diferença numa empresa ou em qualquer situação. Enquanto os outros reclamam, ficam buscando culpados, choram, elas agem. Elas assumem, se envolvem, se comprometem.
As pessoas motivadas para a ação que conheço, fazem tudo com atenção aos detalhes e terminam tudo o que começam. Não largam as coisas pela metade.
Vão até o fim, informando sobre o andamento da ação. Com isso, dão segurança às outras pessoas. Enfim, fazem a diferença.
Pessoas motivadas para a ação são aquelas que além de fazerem, ajudam outras pessoas, colaboram, participam. Elas acham tempo quando outras pessoas só se dizem ocupadas demais para colaborar.
Elas não ficam olhando no relógio e estão sempre disponíveis para fazer a diferença. É isso: elas fazem a diferença.
O motivo que essas pessoas encontram para agir é muito simples. Elas sabem que todos nós temos muitos concorrentes, com qualidade igual à nossa e preços semelhantes, mas só pessoas motivadas para a ação podem fazer a diferença neste mercado competitivo em que vivemos.
E sendo motivadas para a ação elas são, na verdade, as que mais ganham. Elas ganham o respeito e admiração de todos.
Elas ganham a gratidão das pessoas e não vivem preocupadas com recompensas.
Elas agem motivadas para a ação e isso basta. Elas fazem a diferença.

1. Vida de rotina (vs. 12-13)
Numa vida normal, quando não acontecem coisas extraordinárias, instala-se a rotina.
Esta não pode ser evitada sempre, pois ninguém é tão criativo que possa inventar coisas novas todos os dias.

2. Apos a rotina a insatisfação (vs. 12-13)
Dependendo do ponto de vista de cada um, a rotina pode ser boa, pode oferecer segurança e aconchego, mas para alguns produz espírito de insatisfação.
Há sempre aqueles descontentes, desanimados e ávidos por coisas novas.
Quando se instala o clima de insatisfação, perde-se a perspectiva cristã do “dar graças em tudo”.
Ora, a insatisfação nada mais é do que o espírito ingrato.
Estamos mencionando o espírito de insatisfação negativo, que traz amargura, traz desgosto e um permanente estado de conflito dentro de uma família e de uma igreja local.

3. A insatisfação gera o distanciamento e a rebeldia (v.13).
Ao desenvolver um espírito de insatisfação se distanciando e o espírito de rebeldia se instala.
O dicionário brasileiro, em uma de suas definições, diz que rebeldia é “teimosia, obstinação, birra”. Não discuta com o rebelde, pois é caso perdido.
O rebelde tem que sair de perto das pessoas de bom senso. Ele foge do bom senso. Ele foge da verdade.
Ele se distancia daqueles que poderiam de fato ajuda-lo. Ele não quer ouvir conselhos e muito menos repreensões.
Consequência natural da rebeldia e da ignorância é a dissolução. Aurélio bem definiu a dissolução: “Perversão de costumes; devassidão; libertinagem”.

4. Consequência natural de quem assim procede (14-16)
Naturalmente, as consequências são desastrosas. A pessoa perde tudo o que tem e passa a viver em estado lastimável, quem afunda desse jeito começa a passar necessidade.
Começa a faltar tudo, desde o pão até a vestimenta.
As dívidas se acumulam e a situação é muito degradante. Para quem já teve algo, viver sem nada é muito humilhante.
O fundo do poço: foi cuidar dos porcos tendo que viver com os porcos. Ele deu tudo aos outros, desperdiçou, mas, agora, ninguém lhe dava nada.

5. Despertamento e arrependimento (v.17).
Caiu em si o pobre rapaz. Acordou, despertou dos ilusórios sonhos da juventude, das paixões carnais e vazias. Descobriu a grande bobagem que havia feito.
Esse é o primeiro passo para o retorno. Enquanto isso não acontecer, parece que não adiantam interferências externas quaisquer.
É preciso o despertamento pessoal, interior, real, profundo e definitivo.
Só quem desperta pode parar de sonhar com possibilidades que não existem.
Quando chega o despertamento verdadeiro, novos passos são planejados e uma atitude prática é ensaiada.
Ele decidiu que faria alguma coisa para mudar o rumo dessa história.
Quem se arrepende nada exige, nada reivindica tudo aceita, quis apenas voltar para perto do pai, mesmo que fosse à condição de escravo, de empregado, de servo, mas queria voltar.
“A seguir, levantou-se e foi”. Essa é a atitude de quem realmente passou pelo processo interior desejável.
O arrependimento leva à ação que gera vida.
Não basta despertamento, planejamento e arrependimento. Para haver restauração real é necessária a confissão. A confissão liberta e libera para nova vida. A Bíblia diz que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1ª João 1.9).
Mas cuidado a quem você confessa seu pecado. Já pensaram o que aconteceria ao rapaz se ele fosse correndo confessar seu pecado para seu irmão?

Conclusão:
É preciso, mesmo que difícil, aceitar o perdão e até a velha posição.
O rapaz queria ser servo, mas o Pai lhe concedeu a posição de filho outra vez.
Talvez esta seja a parte mais difícil: Entender o amor incondicional de Deus e aceitar sua graça infinita, mas precisamos fazer isso.
Quando decidimos voltar à casa do Pai ele abre os braços para nos receber e nos da presente, com simbologias maravilhosas.
a) A purificação – Veste nova
Depois de perdoado, quem volta para casa está realmente purificado.
b) A posição – Anel de filho
O Pai, quando perdoa, restitui à posição anterior.
c) A proteção – Calçado para os pés.
Em casa você está protegido, seguro, amparado.
d) A alegria – A Festa que o Pai mandou preparar
Deus não deixa nada por fazer. Você pode voltar para casa e ser restaurado a tal ponto que experimente realmente a alegria da salvação outra vez.

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11

de
novembro

Ao Amigo Esterlito de Tal

Prezado Amigo

Faz tanto tempo que não nos falamos, e as notícias que tenho tido sobre você não são nada boas, por isso resolvi escrever para confirmar se essas histórias que ouço a seu respeito são verdadeiras ou não.

Lembra que junto comigo freqüentava a escola dominical todos os domingos de manhã, com a roupinha surrada mais limpinha? E que deixava de lado a emoção de ver o Airton Senna vencer corridas para encontrar aquela jovem senhora que usava um livro preto para nos ensinar sobre um filho de carpinteiro humilde que morreu por nós em uma cruz rústica e pesada? Que nos ensinou sobre o fruto do espírito que o Apostolo Paulo humildemente descascou para nós como se fosse uma mexerica, você se lembra? Eu me lembro muito bem, porque na aula a professora dava uma mexerica de verdade e nós a devorávamos porque em casa geralmente não tínhamos.

Então! Eu ouvi dizer que esse menino já não existe mais… Ele cresceu e não frequenta mais a EBD porque já sabe o suficiente e até se transformou em um COFERENCISTA. Agora ele só quer saber de ir a EBD se for para dar palestras, caso contrário é melhor poupar os pneus do seu Carro Zero.

Eu lembro ainda, que nos congressos de mocidade que frequentávamos, nós ajudávamos a cuidar dos carros, trabalhávamos na cantina lavando os pratos do pessoal que almoçava na igreja nos dias em que os ensaios se estendiam de dia e de noite. Então ouvi dizer, que esse rapaz já não existe mais. Agora ele só vai ao congresso se o seu rosto estiver no cartaz, e que não usa mais o avental da cantina, agora é só, Paletó Azul, Calça Bege, Camisa com abotoadora dourada, sapato de verniz anel no dedo e mala prateada. E quando desce para comer algo tem que ter uma mesa separada. Surpreendi-me, porque o Jesus que a jovem senhora nos ensinava servia as pessoas, se assentava a mesa com elas apesar de ser o filho de Deus. Fico triste, pois acho que você se esqueceu dessa aula.

Lembro-me também que nós trabalhamos em todos os eventos da igreja, passávamos os sábados e domingos cansados de carregar caixas de som para baixo e para cima, lavamos a igreja, limpávamos os bancos, vidros, púlpito com o maior prazer e sem receber nada, fazíamos por amor. Mas a história que estão me contando aqui é que quando você é convidado a pregar em uma igreja, você tem até secretária para agendar e passar o valor dos seus serviços, e que a igreja tem que comprar no mínimo 50 DVDS de suas mensagens. Gostaria muito que isso fosse mentira, por que você não era assim. Eu não me lembro e até procurei na Bíblia algum Apóstolo que tinha secretária ou que cobrasse para levar a palavra, apenas certifiquei que Paulo apanhava bastante onde quer que fosse pregar o evangelho, e que quase todos eles tiveram uma morte trágica em nome do evangelho, e que Pedro no dia de Pentecostes não vendeu qualquer cópia de sua mensagem, e mesmo assim ela se espalhou pelo mundo através da Bíblia. Acredito que você também aprendeu isso na EBD comigo ou esqueceu também desta aula.

Lembro-me também que ficávamos na praça do bairro em frente a padaria, aquela padaria que tinha a máquina de frango e nós morríamos de fome… Ah isso você não esqueceu, eu acho!!! E nessa praça tinha o culto ao ar livre com a banda da igreja, e o irmão com um microfone velho e uma caixa de som, anunciava as boas novas de que Cristo voltaria em Breve, eu lembro que você vibrava com a pregação dos irmãos e entregava todos os seus folhetos, virava-se para mim e dizia acabei primeiro que você Jesus esta feliz comigo. Mas o que dizem por aí é que você agora tem um programa de TV, desculpe, eu ainda não assisti porque achei ser mentira, afinal você nuca ligou para isso, mas a história é que nesse programa você prega 05 minutos e usa os outros 55 minutos para pedir uma contribuição milionária porque é caro manter um programa. Eu acho que você, que viu o evangelismo na praça, não seria tão ignorante assim de gastar apenas cinco minutos com a palavra se o tempo na TV é muito caro. Ah! Me disseram que, além de pedir muito dinheiro, você acaba discutindo com outros pastores no ar. Acho que aquela aula sobre quem causa escândalo você também esqueceu, e aquela que devemos amar até nossos inimigos também. Isso se tudo for verdade, meu amigo.

Lembro-me que íamos para festividades da igreja para cantar o hino oficial e ouvir a palavra baseada no tema que nós escolhíamos nos ensaios. E teve um que era “Lembra-te de mim, Senhor” e foi você mesmo que escolheu, e você escolheu ainda “Conheçamos e Prossigamos em conhecer ao Senhor”. E você falava para mim: “Tom, Jesus tem que ser o centro de tudo.” Mas o que contam aqui sobre você é após suas pregações sobre prosperidade, cheia de frases de efeito, jargões e com muitos rodopios e barulho, desce do púlpito e faz questão de tirar fotos e dar autógrafo como se fosse um “pop star”, disse que você tem vários seguidores no Facebook e Twitter, e que eles chegam aos milhares. Mas eu não acredito que seja isso.

Bom meu amigo, eu aguardo sua resposta, pois estou com muita saudade de nossas aventuras, e acredito que você ainda é o mesmo menino. Ah … apenas para lembrar: meu avô – aquele do fusca verde que você pegava carona para EBD – faleceu, mas no dia do enterro você estava em uma convenção, e a senhora do livro preto que nos ensinou tudo sobre Jesus, teve derrame, eu levei ceia para ela essa semana e ela perguntou sobre você….

A paz do Senhor meu amigo….

Ewerton Quirino (TOM)

Fonte: http://ewertonquirino.blogspot.com/2011/09/carta-um-amigo.html

Usado com autorização do autor.

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22

de
setembro

Diferenças entre o religioso e o discípulo

Todo discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe por quê?

  1. O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
  2. O crente luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
  3. O crente se ganha; o discípulo se faz.
  4. O crente depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
  5. O crente gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
  6. O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
  7. O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
  8. O crente precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.
  9. O crente espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.
  10. O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
  11. O crente é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.
  12. O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
  13. O crente busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
  14. O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros.
  15. O crente se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
  16. O crente pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.
  17. Para o crente, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura.
  18. O crente vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
  19. Os crentes aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.
  20. Os crentes foram transformados pelo mundo; os discípulos transformaram, e transformarão o mundo.
  21. Os crentes esperam milagres; os discípulos os fazem.
  22. O crente velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
  23. Os crentes se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.
  24. Os crentes são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.
  25. O crente cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.
  26. O crente se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes.
  27. O crente sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.
  28. A meta do crente é ir para o céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o céu.
  29. O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.
  30. O crente necessita de festas para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.
  31. O crente espera um avivamento; o discípulo é parte dele.
  32. O crente agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre e ressuscita para dar vida a outros.
  33. O crente longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.
  34. Ao crente se promete uma almofada; ao discípulo se entrega uma cruz.
  35. O crente é sócio; o discípulo é servo;
  36. O crente cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.
  37. O crente é espiga murcha; o discípulo é grão que gera espigas saudáveis.
  38. O crente responde talvez… o discípulo responde eis-me aqui.
  39. O crente preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo prega e faz outros discípulos.
  40. O crente espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
  41. O crente é pastoreado como ovelha; o discípulo apascenta os cordeiros.
  42. O crente se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo os demônios.
  43. O crente pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
  44. Os crentes se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo.
  45. Ao crente é pregada somente a salvação pelo Sangue de Jesus; o discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a glória de Deus.
  46. O crente segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou.
  47. O crente espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor e testemunha dEle.
  48. O crente não se relaciona com membros de outras igrejas; o discípulo ama a todos pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.
  49. O crente procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.
  50. O crente espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor. 

Autor desconhecido.

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